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Ano novo. Previdência nova. Será?

Desde o início de 2017 já se falava na reforma da previdência. Passou o ano e ela não aconteceu.



Iniciamos 2018 com a data marcada para a reforma acontecer: dia 19 de fevereiro.



Vai ser um ano muito tenso e com o calendário apertado. Carnaval já está aí, a Copa do Mundo de Futebol já é assunto e ainda por cima teremos eleições.



Cenário perfeito para encobrir tudo o que está acontecendo em Brasília.




Servidores públicos



O Governo já sabe que terá dificuldade de reunir 308 Deputados para aprovar a reforma e que é difícil discutir esta questão em período tão próximo da eleição.



Os candidatos temem perder apoio popular se aprovarem medidas que mexem no bolso do trabalhador.



Por isso foi retirado do texto base da reforma os pontos mais controvertidos e o Governo ganhou mais alguns votinhos.



Criou-se uma ideia de que todos os servidores públicos ganham rios de dinheiro, mas não é bem assim.



Proporcionalmente são poucos os servidores que ganham aposentadorias milionárias, mas o suficiente para causar um estrago nas contas desta previdência.



Mas não podemos incluir todo mundo nesta bagunça. A maioria dos servidores públicos trabalha muito para ganhar o pão de cada dia.



A meta da reforma igualar todos os servidores públicos ao pessoal da iniciativa privada, inclusive limitar o benefício ao teto do INSS e ainda aumentar a idade mínima para obtenção da aposentadoria.




Trabalhadores da iniciativa privada



Os empregados, os contribuintes que pagam a previdência por conta própria e os que estão desempregadas têm que repensar e refazer os planos para a aposentadoria.



A aposentadoria por tempo de contribuição vai acabar e o que vai valer é a aposentadoria por idade.



Caso a reforma seja aprovada, a idade mínima será de 65 anos para o homem e 62 anos para a mulher, e ainda terão que ter pelo menos quinze anos de contribuição.



E o pior é que, quem não está sentado (senta), esta idade vai aumentar de acordo com a expectativa de vida.




O que fazer?



Hoje ninguém se aposenta com menos de 85% da média salarial. A proposta do Governo é reduzir para 60%.



A redução no caso da pensão por morte é de 100% para 50%, com acréscimo de 10% por dependente.



Nós já sabemos quais são as regras que serão votadas, mas ainda não sabemos quais serão aprovadas, portanto não há muito o que fazer.



Mas algo pode ser feito! Os trabalhadores devem saber quanto tempo de serviço possuem para encontrar as brechas que terão quando a lei mudar.



Além do site do INSS, existem vários outros simuladores grátis na internet, por exemplo, o www.tempodeservico.com.br, onde o contribuinte pode saber quanto tempo de serviço possui e quando vai se aposentar.



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