INFORMATIVOS

Diagnóstico previdenciário

O sonho da aposentadoria está se tornando um pesadelo.



Para não ficar sonhando e nem ter pesadelo, o brasileiro precisa acordar.



Ficar esperando que alguma coisa aconteça não vai resolver o problema de ninguém.



Somente diante de um diagnóstico previdenciário é que as pessoas podem ter ciência do que precisarão para planejar uma aposentadoria.



 




Pulo do gato



 



Para diagnosticar a dimensão do que deve ser feito, o trabalhador precisa percorrer seis passos.



·      Fazer um levantamento de todas as contribuições e contratos de trabalho que tiveram



·      Computar o tempo de serviço



·      Descobrir quando vai se aposentar



·      Decidir qual benefício será mais vantajoso



·      Definir o valor das futuras contribuições até a data da aposentadoria



·      Verificar a necessidade de uma previdência complementar, e qual seria a mais recomendada.



É isto que um diagnóstico previdenciário faz.



 




Todos no mesmo barco



 



Todos que ainda não se aposentaram têm que ficar atentos: os empregados, o servidor público e principalmente quem faz a própria contribuição (profissionais liberais, empresários, comerciantes, etc).



Muitos desses profissionais não têm sido orientados corretamente sobre
como, com quanto e a forma de contribuir

. Outros não tem e nunca tiveram qualquer orientação.



 




Jogando a toalha



 



Com tanto desemprego, crise, desconfiança e reformas na Previdência Social, tem muita gente jogando a toalha.



Diante de tanta insegurança o contribuinte está deixando para trás o sonho da aposentadoria.



Eu sei que é difícil pensar no futuro quando se está vendendo o almoço para comprar a janta.



O que essas pessoas precisam ouvir é que para tudo tem uma saída. Que no fim tudo vai dar certo e que, se não deu certo, é por que ainda não chegou o fim.



 




Quem não tem cão, caça com gato!



 



Tem duas ferramentas que o trabalhador pode usar em momentos difíceis: a manutenção dos direitos na Previdência sem contribuir e a redução da contribuição sem prejudicar o valor dos benefícios.



O contribuinte pode ficar sem pagar o INSS de três a trinta e seis meses sem perder direitos. Existem várias regras para isso.



Vinte por cento de todas as contribuições do período que servirá para calcular a aposentadoria não serão utilizados no cálculo, portanto o trabalhador pode reduzir o valor da contribuição sem prejudicar o valor da aposentadoria.



Quase ninguém utiliza as brechas que tem na lei.



Assista o vídeo “Seis passos do planejamento previdenciário” no nosso blog no site do Jornal A Cidade ON.



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