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Direitos trabalhistas aumentam aposentadoria

Ao longo da vida os trabalhadores deixam de exigir alguns direitos que lhes causarão prejuízo na hora da aposentadoria. Ouça a matéria



Tem gente que não está registrada, que faz horas extras e adicionais noturnos que não são computados na remuneração.



Tem quem tem atividade de risco e não recebe adicional de insalubridade ou periculosidade.



Isso reduz o valor da aposentadoria.



Não é só de salário que o valor da aposentadoria é calculado.



Direitos trabalhistas como a hora extra, o adicional noturno, os adicionais de insalubridade e de periculosidade, além de muitos outros, são importantes na hora de calcular o benefício que será pago pelo INSS.



Esses detalhes, se não forem documentados dia a dia, podem escapar ao longo do tempo do controle do trabalhador e até mesmo serem desprezados quando for calcular sua aposentadoria.




Pulo do gato



A lei previdenciária diz que todos os direitos trabalhistas devem ser computados no cálculo do valor do benefício, seja ele um benefício programável, como a aposentadoria por tempo de contribuição, idade ou especial, ou um benefício de risco: aposentadoria por invalidez, auxilio doença ou auxílio acidente.



Até mesmo nos benefícios dos dependentes, pensão por morte e auxílio reclusão, esses direitos trabalhistas trazem vantagens.




Aumento do tempo de serviço



Se esses direitos forem devidamente documentados eles não só aumentam a aposentadoria, mas podem também antecipar a data do início do benefício.



Os adicionais de insalubridade e de periculosidade são tão importantes que além de aumentar o valor da média salarial ajudam a antecipar a data da aposentadoria.



A documentação desses direitos pode render uma aposentadoria especial e se o tempo de serviço exposto a condições especiais for inferior a 25 anos, o trabalhador poderá utilizá-lo como adicional.



Cada dez dias trabalhados em condições especiais o homem ganha mais quatro e as mulheres ganham mais dois.




Convenção coletiva e direitos extras



Além dos direitos previstos na CLT, algumas profissões têm também convenções coletivas que preveem outros direitos. Esses valores também entram no cálculo da aposentadoria.



A regra para saber se o valor da remuneração entra no cálculo é simples: se sobre o valor recebido houve desconto para a previdência social, ele entra na média do cálculo.



Normalmente, no recibo de pagamento de salário, consta uma linha em que está escrito: “base de cálculo do INSS”. É com apoio neste valor que o benefício deve ser calculado.



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