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Parei de pagar o INSS. Como recomeçar?

Ao longo da vida o trabalhador passa por bons e maus momentos.



Nos bons ele duvida que precisará da previdência social e por isso não contribui. Nos maus momentos pensa nela, mas não consegue pagá-la.



Contribuir é a principal obrigação do cidadão que pretende conquistar direitos no INSS, mas essa missão tem que ser pensada, repensada e, principalmente, planejada.



Existem segurados que pagam contribuições altas e se aposentam com valores baixos. Existem segurados que reduzem suas contribuições e o valor do benefício continua o mesmo.



Tem até quem vai se aposentar mesmo sem precisar pagar mais nada.



Os benefícios do INSS são calculados com base nas contribuições desde julho de 1994 e a orientação correta para quem pretende voltar a contribuir é elaborar um diagnóstico previdenciário para definir quando irá se aposentar. Somente a partir dessa definição é que poderá resolver o valor das novas contribuições.



A falta de programação da aposentadoria é a principal causa de benefícios com valores baixos, muito embora o trabalhador tenha, em alguns momentos, efetuado contribuições significativamente altas.




Pulo do gato



O planejamento ideal para ter uma boa aposentadoria começa com o levantamento do histórico de trabalho e contribuições do segurado. Ele deve ter certeza se todos seus contratos, o valor de seus salários e as contribuições estão validamente registrados no INSS.



Tem muita coisa errada no banco de dados da Previdência (CNIS). O Superior Tribunal de Justiça julgou há pouco tempo um processo no qual reconheceu que o INSS não pode cobrar do empregado a justificação do tempo de serviço se ele estiver validamente registrado na Carteira de Trabalho.



A partir do momento que o segurado tiver certeza que o INSS aceitará todos seus contratos de trabalho e contribuições do passado, o trabalhador então poderá começar a pensar no futuro e no valor das contribuições que fará até a data que vai se aposentar.



Não adianta inverter essa ordem.




Velhas e novas contribuições



É sempre possível pagar contribuições em atraso quando o segurado comprovar o exercício das atividades profissionais, mas nem sempre isso é recomendável.



Para definir se o segurado deve ou não pagar as contribuições do passado é necessário definir se isso vai reduzir o valor do futuro benefício.



As contribuições em atraso podem antecipar a data da aposentadoria, mas também podem reduzir o seu valor.



Para definir o valor das novas contribuições é necessário saber quando o segurado irá se aposentar e qual será o valor do benefício.



Sem essas providências o investimento pode não valer a pena.



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