INFORMATIVOS

Reforma da previdência 2


Reforma da Previdência: vai ou não vai?



Na semana passada nós terminamos esta coluna indicando aos nossos leitores que acompanhassem meu Blog no site A Cidade On e que enviassem suas dúvidas para debatermos a questão da reforma da previdência social.



As pautas mais sugeridas foram o aumento da idade mínima, o valor das aposentadorias e a regra de transição (pedágio).



Vamos continuar tratando deste assunto no Blog e nos meus outros canais da rede social para te orientar mais sobre o assunto. Também vou postar vídeos com tudo o que está acontecendo.



 
Redução da idade mínima



A idade mínima de 65 anos para homens e mulheres agora parece uma realidade mais distante, pelo menos por enquanto.



Ela continua existindo. O que mudou foi a introdução de regras menos dolorosas para o começo e um aumento gradativo, ao longo do tempo, até chegar nesta idade inicialmente proposta.



Seria introduzida uma idade mínima que valeria imediatamente: cinquenta anos para mulheres e cinquenta e cinco para homens.



Isso é uma boa notícia diante da proposta inicial de sessenta e cinco anos de idade, mas as pessoas que poderiam se aposentar, por exemplo, no ano que vem com mais de trinta anos (mulher) e trinta e cinco (homem), perderão esta possibilidade se não tiverem a idade mínima. Teriam que trabalhar um pouco mais.




E o valor da aposentadoria?



Está aí uma resposta que ninguém tem para dar. Não tem nada claro.



Isso precisará ser muito bem discutido no Congresso Nacional. Esta regra de idade mínima não aborda a forma de como os benefícios seriam concedidos.



A aplicação (ou não) da regra de 85/95 pontos, que elimina o fator previdenciário, e proporcionaria benefícios com valores maiores, ainda é uma incógnita.




Redução do pedágio



As pessoas que estão próximas da aposentadoria, pela proposta inicial da reforma, teriam que contribuir mais cinquenta por cento do tempo que faltaria para se aposentar.



Por exemplo: um trabalhador que está há dez meses da aposentaria, teria que trabalhar mais cinco meses (50% a mais).



Agora, com a “reforma da reforma” (30%) este mesmo trabalhador reduziria esses cinco meses para três.




Pulo do gato





Todos dias tem notícias novas: boas e ruins. Elas vão mexer com a vida de muita gente e a sensação de impotência e insegurança vai aumentar.



O contribuinte não pode se desesperar. Nesses momentos de mudança as pessoas acabam tomando decisões apressadas e desajustadas.



O momento é para se planejar, fazer um levantamento preciso da vida profissional e acompanhar com atenção as brechas que a reforma deixará para não perder nenhum direito adquirido.



Criei um aplicativo, grátis, para quem quer fazer seu planejamento: www.tempodeservico.com.br



Aposentfácil 2018 - Todos os direitos reservados. Desenvolvido por: TECLABS